A Necessária Evolução da Cibersegurança

Há exatamente um mês, no dia 12 de maio, o mundo sofreu o maior ciberataque da história. O Wannacry é um crypto-ransomware criado para se aproveitar de uma falha no sistema operacional Windows e causou problemas em diversos serviços públicos e empresas em todo o mundo. O malware sequestrou dados das vítimas e seus criadores cobraram valores em dinheiro pelo resgate. Além disso, os hackers combinaram o WannaCry com um programa worm, que tem característica de se replicar rapidamente e se espalhar por computadores conectados em rede. Este crime abriu espaço para um debate de crucial importância, que aborda a cibersegurança, as tendências dessa tecnologia e outras potenciais vítimas de ataques.

A informação é o bem mais precioso de uma empresa. Caso ocorra algum problema – ou, o que tem se tornado comum, algum ataque – que cause a perda de seus dados, ou de seus clientes, isso significará ter que lidar com altos custos, redefinição de processos e sérios problemas de propriedade intelectual e privacidade, entre outras graves consequências.

A cibersegurança é um conceito adotado para proteger usuários e consumidores, ou seja, é um conjunto de meios e tecnologias que visam blindar programas, computadores, redes e dados contra danos e intrusão ilícita. Com a evolução tecnológica, instituições públicas e privadas precisam estruturar suas defesas pois, ao sofrerem um ataque, a repercussão e problemática pode afetar não somente seus funcionários, mas toda a população de um país, como foi o caso do Reino Unido, onde o vírus causou um colapso no Serviço Nacional de Saúde.

Muitos pensam que estão seguros por não serem empresas de grande porte. Isso tornou as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) as maiores vítimas em potencial: aquelas que não investem em cibersegurança por não se preocuparem com o risco de serem atacadas, acreditando que, por não possuírem uma grande quantia de dinheiro ou clientes muito importantes, estão a salvo das ameaças online. Porém, a maneira como os hackers olham para os possíveis locais de ataque mudou. Eles costumavam buscar por muito dinheiro em um ataque. Agora, eles procuram pelas vítimas mais fracas, em muitos ataques.

É preciso que as estratégias de segurança, independentemente do porte da empresa ou o serviço prestado para a sociedade (já que a tendência é a digitalização em todos os âmbitos sociais), passem por uma mudança radical. Os dispositivos de segurança do futuro terão que fazer uso da inteligência artificial, possibilitando a interpretação dos riscos e constante adaptação e evolução da cibersegurança.

Enquanto isso não acontece e não está acessível para toda a população mundial, cabe às empresas focarem e investirem em cibersegurança, na política de uso, monitoramento e proteção dos dados, dando aos profissionais a possibilidade de trabalhar de forma eficaz na criação de uma arquitetura de segurança. A proteção da informação é um trabalho contínuo, e dentro do atual cenário, necessário a todos, de microempreendedores a megacorporações. Aqueles que não se atentarem à cibersegurança, estão fadados a serem vítimas de ataques que podem decretar o fim prematuro de um grande negócio – ou pior.

Empresas como a Synopsys, líder mundial em software para EDA (Electronic Design Automation), investiram enormemente nos últimos anos na área de qualidade e segurança de software. Em particular, no caso da Synopsys, seu crescimento foi tão expresssivo que em pouco tempo ela passou a ser mencionada no Quadrante Mágico do Gartner como uma das líderes na área de cibersegurança. Mais detalhes sobre os produtos da Synopsys para cibersegurança podem ser encontrados aqui.

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