IoT e Negócios (Parte II) – Como investir melhor em IoT?

No último texto do nosso blog, falamos um pouco sobre como e porque investir em Internet das Coisas. Nesse texto vamos falar sobre como investir melhor nesse mercado e como abraçar esse conceito que já está revolucionando a tecnologia mundial.

Organizações do mundo todo não estão mais discutindo esse assunto. A ação já foi tomada e os investimentos iniciais já foram dados. Muitas empresas, inclusive, já enxergam a IoT como o core de seus negócios. Com a oportunidade de reduzir custo e tempo de produção e ainda aumentar as receitas anuais, as possibilidades de uma conexão com a internet triplicam num piscar de olhos.

A Internet das Coisas se tornou parte essencial da vida cotidiana. Assim como o acesso à internet redefiniu a forma da sociedade consumir conteúdo na década de 90, as melhorias na interface contribuíram muito para também facilitar o consumo nos primeiros anos 2000. A IoT é, portanto, a inovação que vai, nas próximas décadas, transformar o cotidiano da sociedade com sua rede inteligente de processos, objetos e informações.

Mas ela não vai parar por ai. A computação cognitiva, focada em permitir que modelos de software simulem o processo de pensamento humano, está definindo, aos poucos, a próxima geração de soluções de IoT.

Soluções empresariais com interação de voz, vídeo e áudio já são possíveis através de programação específica. A conectividade pura e simples com a internet deixou de ser o suficiente.

O ativo mais valioso da Internet das Coisas são os dados gerados por essa conexão, mas apesar do imenso volume de informações colhidas todos os dias, atualmente estão “desperdiçando” quase 90% desse material.

O conceito chamado “Cognitive IoT” tem a possibilidade de melhorar essas interconexões automáticas e a provisão de serviços inteligentes – usando, exatamente, os dados que hoje estão em “standby” ou indo diretamente para o lixo virtual.

O sistema tradicional de computação (no qual os dados são levados por um caminho pré-determinado para atingir algum resultado) não consegue mais processar o volume de dados no nível necessário para atingir o potencial total da Internet das Coisas.

Com isso, os dados não utilizados perdem valor a cada minuto. A computação cognitiva não tem essa limitação. Pelo contrário: pode aprender com as interações humanas e suas experiências com o ambiente. Esse tipo de computação não funciona usando como base um sistema determinístico e sim, probabilístico e, portanto, pode acompanhar facilmente o volume e a complexidade das informações geradas pela IoT.

A verdade é que a Internet das Coisas já é uma realidade, mas pode ser ainda maior. Basta investimento na hora certa e na ideia certa. O importante é se aventurar e não deixar a onda passar.

O lema é: Inovar ou morrer.



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